quarta-feira, 2 de novembro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

 











Quando a alma chora

No meio de uma noite sombria
Entre a negritude e a solidão
Cenário propício de quem sonha
Mora a esperança
Entre raios e luzes
Surge um som imperceptível
Envolto na fantasia do amor
Quase não é percebido
Mas lá está ele presente
Um som sem musicalidade
Paralisante e frio
Fazendo um eco surdo
No vazio de um ser
De repente
Como ondas do oceano
Rompe a barreira do silêncio
Surge como efeito cristalino
Nesse exato momento
Sem palavras ou gestos
Você percebe a essência da dor
Quando a alma chora...
Então você busca forças
Em algum lugar do passado
Presente em sua vida
Pra curar essa ferida
Percebe que o choro é sinal
De que você sobreviveu
Precisa recomeçar
Sem ter medo de amar
Nessa hora você
Vê que a noite sombria
Está indo embora
Pra surgir um novo amanhecer

Angel


 

domingo, 9 de outubro de 2011

Que as Horas Passem

Que as horas passem
Eu quero...
Eu preciso...
Esperar!
Aquele puro amor
Na essência da palavra.
A espera não será inútil...
Valeu o sonho...
Tive vida...
Saí do casulo dessa amarga solidão,
pelo menos nesse agora,
nesse minuto, dessa hora...
E somente sei que preciso desse amor
que chega a me sufocar
E em fração de segundos...
eu tive a noção
de que tudo vale...
Pois uma vida é interdependente
de um laço
a unir esse sonho ao amor
que tenho de alguma
maneira encontrá-lo e
finalmente conquistá-lo...
Nessas horas, nesses minutos, nesse agora,
entendi tudo...
Tudo vale...
para se viver um grande AMOR
NA SUA ÍNTEGRA."

Angel