domingo, 13 de novembro de 2011


Apelo


Por te ver assim,
imerso no vazio que te compõe,
esculpo na sombra a luz.

De minhas mãos o afago
que trilha em teu rosto alegre;
conchas que beijam teus segredos.

E no silêncio ouso a palavra,
quase múrmurio, a te roubar de onde está.
Vem, vem comigo!

Angel (L.M)

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